Solange Knowles é Diretora Artística da Puma

1 dez

Solange Knowles é a mais nova diretora artística e consultora da Puma.

A cantora ajudou a criar a coleção de tênis Girls of Blaze Disc, inspirada nas paisagens e sons do Brasil. A parceria estreia em fevereiro de 2014 e pelo o que Solange andou postando, já se pode esperar uma linha super colorida. A cantora contou a novidade em seu Instagram (@saintrecords) com foto de um dos produtos e legenda cheia de empolgação:

“Depois de anos dirigindo meus próprios projetos visuais (clipes, photoshoots, arte dos cds, conteúdo de internet, etc)… Eu estou extremamente empolgada por finalmente anunciar que agora posso aplicar minha paixão por design como diretora artística e consultora criativa da marca icônica Puma! É algo totalmente novo e estarei apta para expressar meu amor não só pelo design, mas pela concepção de ideias criativas e execução dessas ideias com a ajuda de um time talentoso. Eu me diverti muito produzindo conteúdo especial, anúncios, eventos fotografias e trabalhando com o time incrível da Puma para produzir algo que a marca e eu acreditávamos. Com a ajuda de quatro designers incríveis para recriar o modelo clássico (e um dos meus favoritos) Puma Disc, com uma estética que representa o “Girls Of Blaze”, inspirados nas paisagens e sons do Brasil. Eu não poderia estar mais animada com o resultado. Eu espero que vocês fiquem apaixonados como eu estou. Esse é um emprego dos sonhos e a caminhada só começou!”

Site: www.puma.com

 

Pimp My Sneakers

30 set

Cinderelas queridas, sábado a noite estive com meu marido no restaurante Entre Tapas, Rio de Janeiro e conheci um achado, a Maíra Botelho, designer de sapatos, que possui a marca Pimp My Sneakers.

A designer customiza tênis, que podem ser vistos em sua página no facebook.

Além de muito talentosa, Maíra é muito simpática, um amor de pessoa.

Vale a pena conferir.

Contatos: (55 21) 91180375

flickr.com/pimpmysneakers

pimpmysneakers@ymail.com


O Sapateiro

25 jul

A antiga rodoviária vem ensaiando para se tornar ponto de cultura, mas ainda há raridades espalhadas nos cantos do velho prédio. Em um dos pontos que servia de acesso aos ônibus, funciona a sapataria “Pingo de Ouro”, em que trabalha o paraguaio que tem o apelido de Boliviano, Laudelino Corrêa, de 65 anos.

Há 13 anos, o artesanato surge nas mãos do sapateiro em forma de botas de couro, feitas com solados de pneu, e tudo costurado a mão. Os sapatos artesanais, produzidos por quem não entende de moda, mas que tem o olho como instrumento de criação e reprodução.

Desde os 8 anos de idade, em 1961 para ser mais exato, já em Campo Grande, o então menino passava os dias produzindo calçados sobe medida, um ofício que aprendeu com um grupo de italianos.

O proprietário da loja, o também sapateiro Jamace Leite Campelo, conta que na sapataria faz de tudo, como arrumar e fazer sapatos, mas confessa que o talento do funcionário ainda o deixa impressionado, “Foi um achado”, elogia.

Mesmo sendo peças únicas, a sapataria apresenta preços de “ponta de estoque”, levando em conta a exclusividade e a qualidade dos calçados.

Os sapatos custam a partir de R$45,00, mas a maioria deve ser feita sob encomenda. As botas femininas são vendidas a partir de R$60,00 e podem chegar a R$150,00, enquanto as masculinas alcançam os R$380,00, como a bota feita em couro de avestruz.

Notícia site: http://www.campograndenews.com.br/lado-b/moda-23-08-2011-08/no-olhometro-ele-nao-entende-nada-de-moda-mas-cria-sapatos-desde-os-8-anos

 

Cameron Diaz Inventando Sapatos

23 jul

Cameron Diaz vira Diretora Artística da Pour La Victoire e acompanhou de perto o shooting da campanha de verão 2013/2014 da grife, que foi estrelada por Jessica Hart e clicada pelo top fotografo Terry Richardson.

No quesito designer, a atriz prometeu, em entrevista ao WWD, pensar em coleções voltadas para o conforto e em preços mais acessíveis. “Eu fico no salto 10 horas por dia e sei que eles precisam ser confortáveis. Quero que os sapatos sejam grandes e funcionais”, comenta ela sobre a importância do conforto.

Já sobre os preços, que podem variar de 200 à 500 dólares, Diaz conta: “Se você está pagando 500 dólares em uma bolsa, ela deve ser sua parceira para a vida. Isso é o que é uma bolsa para as mulheres, ela contém tudo o que é importante em sua vida. Eu quero que está coleção pareça sensata desde uma mulher com muito dinheiro até uma menina que esteja juntando moedas”.

Cameron Diaz afirma que também aproveitará a chance para aprender um pouco mais sobre o mercado financeiro da moda, encarando a nova empreitada como um grande desafio.

Site: www.pourlavictoire.com

 

Sapatos mais Caros e Louboutin

27 jun

Os homens perdem o controle quando se trata de carros, enquanto as mulheres saem de si quando o assunto são os sapatos de luxo. Entenda em entrevista com Christian Louboutin como os altos custos da produção destes atrapalham não só os consumidores, como as grifes produtoras.

Item indispensável no closet feminino, o sapato de salto alto é objeto de louca paixão entre as mulheres. Durante os últimos anos, porém, o custo de um sapato de luxo aumentou muito. O motivo? Christian Louboutin contou ao norte-americano The New York Times, “é por uma razão muito chata”. O alto valor do material contra a crescente produção é apontado pelo estilista como principal fator de prejuízo para ambos os lados – da grife e do cliente, explicou ele, de seu estúdio em Paris.

Sapatos são um bom investimento, uma vez que você pode usá-los incontáveis vezes, além de que a clientela não reluta em pagar preços altos em troca deles. Mas a força do euro contra o dólar e a crescente competição por materiais de fábricas da Ásia fizeram a produção de sapatos na Europa se tornar mais cara, explica Christian. Certas marcas até tentam manter o nível do preço das mercadorias, mas enquanto os clientes se mostram dispostos a gastar o que for necessário para adquirir o produto, fica difícil dizer não.

A Manolo Blahnik, uma das principais concorrentes da Louboutin, foi uma das exceções. Manteve a faixa de custos, sofrendo, então, prejuízo interno, ao invés de aumentar a quantia tirada do bolso do cliente. “A lacuna na oferta de couro também ajudou a colocar os preços lá em cima”, complementou Christian.

Algumas companhias de sapatos estão até mesmo comprando seus próprios espaços de tingimento para cortar intermediários da produção, mas mesmo assim não há muito como fugir: a paixão feminina é mesmo incrivelmente cara. O famoso estilista afirma que os seus próprios custos dobraram nos últimos cinco anos – o que quase explica que um simples par de calçados pretos com a sola vermelha, sua marca registrada, custe atualmente a quantia irrisória de R$ 5.500.

O fetiche feminino pelos sapatos de luxo não existiu desde sempre. Na década de 1990 preços insanos surgiram junto com a intensa procura pelos mesmos, tornando a devida indústria numa grande mina de ouro. Porém, comparar o alto preço de um par de calçados ao mesmo custo de uma calça jeans, torna o gasto até justificável.

Reportagem da Revista Caras (www.caras.uol.com.br), de 24 de junho de 2013.

Site: www.christianlouboutin.com

Alexandre Birman é o novo membro da CFDA

21 jun

Alexandre Birman, vice-presidente da Arezzo & Co (que inclui Arezzo, Schutz e Alexanre Birman), é o mais novo integrante do Conselho de Designers de Moda da América. Segundo nota divulgada pelo WWD o órgão nomeou 32 novos membros, dentre eles o empresário e designer de sapatos, único brasileiro entre os nomeados do conselho.

Em declaração divulgada pelo WWD, Steven Kolb, diretor executivo do CFDA conta um pouco do critério de avaliação para escolherem os novos integrantes: “A aceitação na família CFDA é fruto do talento de um designer e é uma oportunidade para acessar as muitas ofertas e programas fornecidos pela organização”.

Com a entrada dos novos nomes no conselho, agora são totalizados 454 nomes membros.

Carmen Steffens e o futuro dos Sapatos

30 mar

O designer Gabriel Spaniol, é neto de Carmen Zulmira Steffens, da grife Carmen Steffens, que oferece aos consumidores sapatos, bolsas e acessórios com design sofisticado.

Em entrevista ao site Terra Brasil , ele diz que : “Cresci numa família envolvida com a indústria de couros e calçados. Com isso, desenvolvi paixão pela moda e pelos calçados”.

Terra – O que o sapato representa no look?
Gabriel Spaniol – Muitas mulheres hoje escolhem o sapato antes da roupa. Isso significa que se pode colocar uma roupa fast fashion e ousar no calçado. Um sapato bacana pode compor todo o look.

Terra – No masculino, o sapato também é fundamental?
Gabriel – Desenvolvo um trabalho para tirar o homem brasileiro do tênis, já que a mulher daqui já acompanha a moda mundial. Os homens ainda são mais resistentes, e não usam o que está em voga na Itália. 

Terra – Você tem algo na sua coleção?
Gabriel – No entanto, tem um sapato da minha coleção que dá colocar a língua para frente e abri-lo lateralmente, que fica algo mais underground.

Terra – Como funciona o processo de criação dos sapatos?
Gabriel – Foi muito natural, porque desde pequeno estive em contato com os setores de couro e calçados. Trabalhei também na área comercial, de vendas. Então, bato o olho e sei o que as pessoas desejam. Então, acredito que desenvolvi uma coleção comercial, que, ao mesmo tempo, tem matérias primas nobres, que diferenciaram o produto.

Terra – Qual sua preocupação como designer?
Gabriel – O Brasil tem uma mistura étnica grande e o calce é o que mais me preocupa. Para que funcione no Brasil inteiro, tem que ter muita experiência. O segredo da minha Anabela é o ângulo do salto, pois o pé não vai apoiar só no calcanhar ou na frente, mas em todo o sapato. Isso deixa a mulher com uma postura legal e melhora a linguagem corporal. Levo, com isso, conforto e altura.

Terra – No que mais você aposta?
Gabriel – Em bolsas, com destaque para uma de viagem para carregar sapatos. Outro ícone é um pingente de ouro com a logomarca Gabriel Spaniol, que é um coração coma asas.

Site: www.carmensteffens.com.br

Sapatos Vegan

24 fev

Alejandre Pérez, 40 anos, nasceu na Catalunha e mudou-se para Portugal para estudar Matemática Aplicada, casou com uma portuguesa Paula e, por ter dificuldade em encontrar roupa e sapatos que respeitassem os ideais vegan e ecológicos dos dois, decidiu criar uma empresa.

Em 2008 nasceu a marca NAE (No Animal Explotation), que vende sapatos vegan para todo o mundo. Eles não usam matérias-primas animais, somente materiais ecológicos.

Procuraram materiais inovadores como fibras alternativas, o que foi difícil no início, já que as fábricas e as pessoas associam um bom sapato com couro de qualidade.

Se os consumidores comprassem só produtos vegan, o ambiente seria poupado porque 40% a 50% dos animais necessários para alimentar esta indústria seriam poupadas.

A NAE exporta entre 70% e 80% do que produz, sobretudo para Alemanha, Áustria, Itália, Espanha e Austrália. O negócio tem crescido todos os anos e, em 2012, a empresa duplicou as vendas.

 

Derek Lam para 10 Crosby Derek Lam

12 dez

O  estilista americano de origem chinesa Derek Lam lançou uma coleção de sapatos para a marca “10 Crosby Derek Lam”. Ao todo, são 24 modelos inspirados no conceito color-blocking linear e diagonal, e nos trabalhos com calçados dos designers franceses Charles Jourdans e Maud Frizon.

Derek comentou sobre a nova linha: “Os acessórios completam o ar chic e divertido da coleção da 10 Crosby. O ponto de partida são sempre os clássicos, que são a base de um grande estilo. A partir disso, eu misturo algumas coisas e crio surpresas”, disse ao WWD, que escolheu criar sapatos bicolores em couro especial.

As famosinhas e altísimas ankle boots, open boot, sandálias e mocassins presentes na coleção foram criadas em parceria com a Schawartz & Benjamin, empresa que produz calçados para a Derek Lam, marca principal do estilista, que apresentou sua Primavera/Verão 2013 na Semana de Moda de Nova York.

Para as interessadas em adquirir os calçados, que custam entre R$660 e R$1290, podem encontrá-los nos e-commerces Shopbop, na Bergdorf Goodman e na Saks Fifth Avenue, que entregam no Brasil.

Sites: www.shopbop.com, www.dereklam.com, www.bergdorfgoodman.com, www.saksfifthavenue.com,

 

 

Tomas Bata

21 nov

Tomas Bata transformou a cidade tcheca de Zlin na capital mundial dos sapatos, e criou uma aldeia industrial “utópica” para seus operários, considerada por  Le Corbusier, como “fenômeno reluzente”.

O sucesso do império dos sapatos Bata bancou o crescimento de Zlin, de uma cidadezinha de 3.000 moradores em 1894, quando a companhia foi fundada, a um centro de 40 mil habitantes em 1938, quando os Bata fugiram para o Canadá antes da ocupação nazista da região.

A Bata continua a ser uma marca mundial, com mais de 5.000 lojas em 70 países, mas quem movimenta a economia de Zlin são grandes fabricantes de pneus e pequenas e médias indústrias.

Em 1948, com a volta do capitalismo, as empresas locais tiveram dificuldades de concorrer com os produtos chineses.